"Capsulas do bem estar" ... "parasitas do bem estar"
Você não vai restaurar a normalidade
Você não vai retirar o que me pertence
Você não vai retirar minha insanidade
Você vai vim de frente a frente
Você apenas vai...
Saudade de sentir veias dilatas
Saudade de mim rasgar
Saudade da solidão amarga
Saudade da faca mais afiada presa na alma
Saudade da dor estralaçada
Saudade...
Remediar dores
Não extermina meus podres
Não traz favores.
Você pode tirar TUDO TUDO TUDO de mim
Vá em frente rasgue minha identidade
Vá em frente encontre minha insanidade
Vá de frente a frente.
Remediar quem eu sou?
Boa sorte se tiver coragem.
"Capsulas do bem estar" ?
"Parasitas do bem estar" ?
Sua química estar sendo zombada
Por um cérebro que não se perdeu.
Minha matriz estar programada
A nunca ser calada!
Sinceridade nos sentimentos. Sentimentos esplanados Sentimentos exclamados Não os deixe calados.
sábado, 18 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
Adolescência
Adolescência vou sentir saudades.
Lembro do nosso 1° encontro na puberdade.
Adolescência obrigada pela crise de identidade,
Pois hoje pude encontrar minha verdade.
Adolescência essa é a verdade:
Sem a decepção com “amigos”
Eu desconheceria a falsidade.
Sem as brigas com meus pais
Eu não teria humildade
Para reconhecer a superioridade.
Adolescência Obrigada
Pelas tempestades
Que hoje risos me tiram
Pois passam de bobagens
Dessa linda idade
Mas que sem ela
Eu desconheceria a maturidade.
sábado, 27 de abril de 2013
Eu morri
Eu Morri
Antes do fracasso
Ser pai compromissado
Eu Morri
Antes da dor
Me amarrar
Em seus braços
Eu Morri
Antes da solidão
Me amamentar
Como favor.
Eu ja Morri
Deveras me consenti
Que nunca vivi
Eu ja Morri
Jogue as flores
Que nunca recebi
Eu ja Morri
Dentro de um ventre
Que antes da luz Vindoura chegar
Declarou-me gente.
Eu ja morri
Jogue as flores
Nessa caixinha
Que de tão apertadinha
Liberta a vida
Jaz aqui o nascer
De uma menina
quarta-feira, 27 de março de 2013
Cor em ação
Dentre batidas
Faz-me acordar
Em contrabatidas
Bate sem piedar
Dentre batidas
Faz-me alegrar
Em contrabatidas
Bate até machucar
Cora a alma
Na açãode uma Batida
De uma ritmia mal resolvida
Cora a canne
Bate em um só tom de cor
Qaundo se tem dor
É o orgão
Que cora em ação
Dentre Batidas as contra-batidas
Jaz um este coração
Entregue-se
Entregar-se a dor
É abraçar a si mesmo
Entregar-se as mágoas
É abraçar flores falhas
Flores sortiadas por um ex- esqueleto
Flores que alimentam a alma de um excremento
Entrego-me as pestilências
Sou abraçada pela ausência da carência
Entrego-me sem condolescência
Sou abaraçada pela carência
Entrego-me em veemência
Aos aplausos exuberados
Dessa ex-carencia amada
Por uma dor
Que só a alma
Me presenteia
É abraçar a si mesmo
Entregar-se as mágoas
É abraçar flores falhas
Flores sortiadas por um ex- esqueleto
Flores que alimentam a alma de um excremento
Entrego-me as pestilências
Sou abraçada pela ausência da carência
Entrego-me sem condolescência
Sou abaraçada pela carência
Entrego-me em veemência
Aos aplausos exuberados
Dessa ex-carencia amada
Por uma dor
Que só a alma
Me presenteia
domingo, 10 de fevereiro de 2013
A raiz do problema
Ex-semente esquecida
Regada sem amor
Ex-semente crescida
Verdificada sem cor
Ex-semente crescida
Frutificada sem amor
Fruto da ex-semente que foi
Semeia o que se tornou
Descendente doente
Antes de nascer
A Raiz do problema
Fora a ex-semente
Ex-sem-men-te
Ex-sem-mente
Ex-sem-amor.
Regada sem amor
Ex-semente crescida
Verdificada sem cor
Ex-semente crescida
Frutificada sem amor
Fruto da ex-semente que foi
Semeia o que se tornou
Descendente doente
Antes de nascer
A Raiz do problema
Fora a ex-semente
Ex-sem-men-te
Ex-sem-mente
Ex-sem-amor.
Solitário amor
Solído ao amor
Festins do sepulcro d'alma
Que de tanto labutar lágrimas
Dorme com a solidão amarga
Solído ao amor
O som mavioso
Dessas cordas Trêmulas
Que anseia o mesmo fim de Desdêmona
Enfim...
Esqueço o amor anterior
Eternizo em um beijo
A solidão em mim
A única que me amou
Do início ao fim
A noivice
Solído a noivice
Desta solidão
Com quem me caso então.
Festins do sepulcro d'alma
Que de tanto labutar lágrimas
Dorme com a solidão amarga
Solído ao amor
O som mavioso
Dessas cordas Trêmulas
Que anseia o mesmo fim de Desdêmona
Enfim...
Esqueço o amor anterior
Eternizo em um beijo
A solidão em mim
A única que me amou
Do início ao fim
A noivice
Solído a noivice
Desta solidão
Com quem me caso então.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Violência da Alma
E a violência da alma
Traz seus efeitos na calma
Calma desordenada.
O su-ór
As ba-ti-das [RE]marcadas
A ân-sia [RE]novada
As go-tas das pa-la-vras [RE]balaiadas
Trazem o som ensurdecedor
Dessa alma calada
Que escuta
[]pal-]mea-]das[
bo-xe-a-das
Por essa viole-cia
Marcada pelo assassino
Que a [RE]vivalma.
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